quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Life In The Beyond

Alfred was very sad. His friend and classmate Chad had died and he had been inconsolable since then.
He did not have the disposition to go to school anymore, nor go for a walk, cycling, anything, because he had always done those things with his friend Chad, who now would no longer be there with him to cheer up his days.

Very sad, Alfred would go to school, but could not find pleasure anymore in the activities he once did with Chad. Until one day Jane, his classmate, seeing him so upset, consoled him by saying:

- Alfred, there is no need to be so sad like that! Chad is not dead, he has just changed place!
- How so? Who told you this?... - he asked, surprised.
- It's true, Alfred! Death does not exist. We are immortal! The only thing that changes is the place: now we are here, then in the spirit world.
- How do you know? Who told you that, Jane? - the boy wanted to know, amazed.
She said she was from a Spiritist family and her parents explained to her about death, which is only of the physical body. The Spirit is immortal and will go to our True Life, to learn always!

- You mean no one dies?!... - Alfred asked, amazed at this news.
- That's right!
- Jane! I may see my friend Chad again?
- Of Course!
Alfred thanked Jane and returned home in a better mood. As he arrived, he asked his parents if they knew that death does not exist. They exchanged a look, and the mother said:
- What are you talking about, dear?
- It was Jane who told me, Mom.
And he explained to his parents what he had heard from his classmate, but his father responded:

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Educação e transformação interior

PAUTA DE COMUNICACÃO

Educação e transformação interior

Entrevista com Claudia Werdine

Tema: Educação espírita infanto-juvenil
Objetivo: Esclarecer sobre o ideal de educação espírita e sua contribuição para o educando, à sociedade e à evolução dos pais e educadores envolvidos no processo.

Pauta:

1    1)    O que é a Educação no ponto de vista espírita?
Para entendermos a proposta da Doutrina Espírita para a educação nosso ponto de partida deverá ser esclarecer a diferença entre a Educação e a Instrução já que, de uma maneira geral, existe uma pequena confusão em relação a estes dois termos. A educação abrange a instrução, mas pode haver instrução desacompanhada de educação. A educação forma o caráter e a instrução desenvolve o talento.

Sendo a educação a encarregada de formar o caráter do indivíduo, educar na visão espírita é convidar a cada um de nós a uma profunda mudança interior, sendo a meta essencial aprendermos a amarmo-nos uns aos outros, atitude que refletirá Deus em nós.

Allan Kardec afirma que "é pela educação, mais do que pela instrução, que se transformará a Humanidade".

Partindo deste princípio, o Centro Espírita deve assumir sua feição de escola capacitadora de virtudes e formação do homem de bem, independentemente de fazer ou não com que seus transeuntes se tornem espíritas.

Eurípedes Barsanulfo nos diz que é imprescindível “promover o centro espírita da condição de Escola de Espiritismo para Escola do Espírito ... escola inspirada nas bases doutrinárias e nos ensinos do Evangelho que oferece ao homem sofrido o conteúdo e a rota apropriada para libertar-se da dor e assumir a direção de sua caminhada e as crianças e jovens o entendimento da prática das boas obras, a aquisição da moral e do saber, para que eles atinjam o crepúsculo físico consciente de suas conquistas espirituais, conhecendo a si mesma e situando-se no Universo como colaboradora da Divindade Suprema.


domingo, 25 de setembro de 2016

Vontade de ajudar

Lúcia, de sete anos, foi visitar seu avô Manoel que estava doente e, ao vê-lo, sentiu uma grande piedade dele. Como Deus, que era tão bom, permitia que seu avô sofresse tanto? — pensava ela.
Ao vê-la com lágrimas nos olhos, a mãe abraçou-a, sentou-se com ela no sofá da sala, e quis saber:
— Por que está tão triste, filhinha?
A menina levantou os olhos cheios de lágrimas e respondeu:
— E não é para estar triste, mamãe? Meu avô, que eu amo tanto, está doente, sofrendo e não posso fazer nada para melhorar a situação dele!... Por que Deus, que é nosso Pai, deixa meu avô sofrer desta maneira?!...

A mãe abraçou-a ainda mais apertado, embalou-a em seus braços, depois respondeu:
— Filha, existem situações que não podemos evitar. Todos nós teremos que passar por problemas na vida, pois faz parte da programação da nossa existência aqui na Terra. Cada um vai enfrentar aquilo que merece, de acordo com suas necessidades de mudança interior, a fim de tornar-se alguém melhor, mais cheio de amor pelos seus semelhantes.

— Ah! Quer dizer que, se a pessoa precisa sofrer, é melhor que o sofrimento dele seja mais rápido para que se liberte dessa situação?!...

Respect to others for children



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Qué debes preguntar a tu hijo para descubrir si le acosan?



No existe una batería de preguntas mágicas que sirva para detectar el acoso Escolar* (*http://www.elmundo.es/t/ac/acoso-escolar.html) . Será un tenso silencio lo que te encuentres ante cualquiera de tus demandas. Marcos, de 11 años, lo expresa claramente ahora que su infierno escolar de un año ya ha concluido: "Yo me decía a mí mismo que si respondía a las preguntas de mi madre todo podría empeorar".
Se impuso el silencio como estrategia para enfrentarse al terror del colegio. Temía las represalias de un grupo de compañeros que cada día le arrinconaban en el recreo, le llamaban pringao, se reían de él y no le dejaban participar en los juegos. Su delito era ser el más pequeño, gustarle los dibujos animados y ser el empollón. Él y su amigo Nico, compañero de acoso, pasaban los días jugando invisibles con sus Nintendo DS y soñando con ser aceptados en algún partido de fútbol.
María, su madre, se dio cuenta de que su hijo había cambiado de repente. Casi no hablaba mientras que antes "charloteaban mucho", cualquier pregunta se saldaba con un "bien" con la mirada en la 'tablet' o un "déjame ya". Decidió observar y escuchar con atención lo que su hijo hacía y decía cuando no se sentía observado pero de una manera afectuosa, sin presión.

Síntomas del acosado 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Peace or the sword?

Peter was learning to read. Like every child at this stage, he would read anything he could see: road signs, street names, shop names, advertisements and everything else he saw, happy to be able to read correctly. At home, he would read magazines, newspapers and even books. One day he opened the New Testament and a sentence got him very scared. 

So he shouted:

- Mom!… Mom!… 

Frightened, his mother came running from the kitchen, where she had been a baking cake, and as she wiped her hands on an apron she thought that her son was hurt. 

- What happened, Peter!... 

She found him sitting on the couch, with his eyes wide open and a book in his lap. 

- Mom! I read a thing that Jesus said, but I think I misread it. I do not understand it! 

- Why, honey? 

-Here He says: "I came not to bring peace on earth, but a sword”! You have always said that Jesus spoke of love! I think I read it wrong, isn’t it? - asked the astonished boy. 

- No, honey, you read it correctly. People do not quite understand what Jesus meant! - his mom said as she sat next to him. 

- What do you mean, Mom? I have watched a movie where the warriors used swords to fight. But not Jesus!... 

- Yes, Peter. But humankind understood it just as you did: that Jesus meant that people should implement His doctrine with the force of weapons. 

- And it isn’t like that? - asked the boy. 

- No, Peter. Jesus meant that His ideas would bring confusion and discord among people of the same family, among relatives, neighbours, friends, co-workers etc. Do you know why? Each person thinks differently from one another, and the doctrine of Jesus would not be accepted without discussion and arguments. 

The boy became pensive, then he muttered: 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Eventos setembro 2016





Pipo, The Brave Donkey

Once upon a time a donkey named Pipo was tired of being despised by his companions in the stable and felt very unhappy. He had no friends. All other animals: the horses, oxen, cows, rams and sheep, made fun of him.


Mimosa, the spotted cow, would bellow:

- You are useless, Pipo! I produce milk for my calves and to feed the children of our boss. But what about you? A donkey... what are you good for?

While grazing the grass, Typhoon, the racing horse, raised his head and agreed:

- It is true. If only Pipo could participate in races like me, his life would be very different. Ah! It's so good to hear the cheers of the crowd when I win a race! The boss stroking me, saying kind words and, moreover, I always get extra feed. But our donkey, poor guy, is good for nothing!...