sábado, 9 de agosto de 2014

Apresentações - Dia dos Pais

ACRÓSTICO:
(Cláudia Santana)
Cada criança segura uma letra da palavra PAPAI:

P aciente

A moroso

P erseverante

A tencioso

I nteressado

Todos Juntos: Feliz a criança que tem um pai com essas qualidades e que busca sempre em Deus orientação para as suas atividades.

VIVA O DIA DOS PAIS!


DRAMATIZAÇÃO:

 Nancy Tims

CORAÇÃO DE PAI  - Como fazer:

Afixar num quadro uma folha de papel pardo na qual já está desenhado de leve, o contorno de um corpo. Ir acrescentando as partes do corpo à medida que as crianças falam o texto abaixo.
O título ou VIVA MEU PAPAI pode ser colocado no final.
Prepare uma porção de rolinhos de fita adesiva gomada prontos para colocar atrás das figuras no momento que a criança apresentá-la.
Um adulto deve fazer isso, reforçando em voz audível, o que a criança falou.

Texto da Dramatização:

CORAÇÃO DE PAI

Esse é um cara muito legal. (Coloca o rosto no contorno do corpo feito com papel pardo)
Quando preciso dele, não tira o corpo fora. (Coloca o corpo)
Está sempre pronto para me dar uma mãozinha. (Coloca o braço direito)
Gosta de me abraçar. (Coloca o braço esquerdo)
Brinca comigo... É um bom pé de bola. (Coloca a perna direita)
Me leva para passear... mas, se fico doente, me leva depressa ao médico. (Coloca a perna esquerda)
Uma pessoa assim tão especial, só podia ter um coração de PAI. (Coloca o coração no qual está escrito a palava PAI.)

DRAMATIZAÇÃO:

Nancy Tims

Três crianças: uma com um paletó de adulto, outra com um cinto e outra calçando sapatos de homem:

1ª Criança - O paletó do papai é grande!
O amor do papai por mim,
Também é grande assim.

2ª Criança - O cinto do papai dá duas voltas em mim.
Comprida desse jeito,
É a paciência do papai comigo.

3ª Criança - Os sapatos do papai são largos e fortes.
Forte assim, é o apoio que o papai me dá
E larga a sua proteção.

Obs. Essa dramatização deve ser feita com crianças pequenas para contrastar com os objetos usados.
Elas devem ficar bem visíveis pra que todos possam observar os sapatos, cinto e paletó.



Sugestão para as crianças pequenas:
Deixe as crianças do maternal darem um recadinho para o papai.
Elas vão ficar felizes de estar lá na frente, em alguns casos falando no microfone e algumas delas vão conse
guir expressar seu carinho para o papai “todo bobo”.

Ainda para as crianças do maternal:
Vamos fazer uma camiseta para dar de presente ao papai?
No dia da homenagem, as crianças entram vestidas com a camiseta, enorme!
Recitam o versinho e ao final tiram a camiseta e vão presentear o papai.

PAI

Tem “P” como Companheiro
Tem também o “A” de Amigo
Tem o “I” como herói
É o nosso Papai querido

COMPANHEIRO
AMIGO
HERÓI



SUGESTÃO DE LEMBRANCINHAS E ATIVIDADES

1) PARA O PAPAI PRESENTE NÃO CUSTA DINHEIRO: VALES
Preparar cartõezinhos de vale que a criança poder preencher e entregar ao seu pai, cumprindo a tarefa prometida.

Veja um modelo no site SMART KIDS > www.smartkids.com.br/passatempos/vale-gostosura.html

EXEMPLOS de tarefas que podem constar nos vales:
Fazer pequenas compras e dar recados;
lavar o carro, varrer o quintal , engraxar os sapatos, etc


2) ALBUM DO PAPAI
Sugestão para ser desenvolvida no maternal.

Material necessário:
5 folhas de papel ofício
papel cartão vermelho
tinta guache
batom
pedaços de papel colorido

Desenvolvimento:
álbum será feito no formato de coração ;
assim, junte as folhas de papel ofício e recorte um grande e belo coração.

Para a capa:
Dobre o papel cartão e recorte fazendo dois corações, do mesmo tamanho dos feitos anteriormente no papel ofício.

Na capa escreveremos:  “Álbum do Papai”;

na primeira folha o texto "Para o Dia do Papai" (v.abaixo);
na segunda folha a criança colocará o carimbo das mãozinhas com a frase “Minhas mãozinhas... para te fazer aquele carinho”
na terceira folha o carimbo dos pezinhos com a inscrição: “Meus pezinhos... para seguir seus passos”;
na quarta folha dará muitos beijinhos usando batom e a frase: “Minha boquinha... para te dar mil beijinhos”;
na quinta e última folha a criança fará colagem de bolinhas de papel colorido nos desenhos de flores onde será escrito “Lindas flores para perfumar sua vida”.

Álbum do Papai
Texto para a primeira folha: 
PARA O DIA DO PAPAI

Fiz um lindo trabalhinho
Não é igual ao da loja,
Mas ficou tão bonitinho!
- Não fiz um rico presente
Uma jóia ou perfeição
Mas nele só trabalharam
Os dedos da minha mão.
- Por isso o Papai que gosta tanto,
tanto do meu jeito,
Dirá: que coisas bonitas!
E que trabalho bem feito!


FALANDO DE PAI... ENTREVISTA COM O PAPAI
 Jael Duarte e Lúcia Assis


Falando de pai... Quando meu pai era bebê...... com quem ele era parecido?---------------------------------------------------------------------
... tinha alguma mania, assim que nem esfregar a pontinha do cobertor na orelha? Qual?-------------------------------------------------------------------------

Meu pai foi crescendo e...... gostando muito de brincar de:---------------------------------------------------------------------------
e foi para a escola. Como ele era na escola? ---------------------------------

teve muitas namoradas antes de conhecer mamãe?
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PEÇA DE MUSEU DO MEU PAI:
Nome do meu “Papai”:    ----------------------------------------------------
Objeto de estimação:      -----------------------------------------------------
 Significado: -----------------------------------------------------------------

TEXTOS PARA REFLEXÃO

Antes que eles cresçam

 Affonso Romano de Sant’anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular, entre os estupros dos preços, os disparos dos dicursos e os assaltos das estações. Crescem com uma estridência alegre e às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem de repente. Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade, que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.Onde é que andou crescendo aquela danadinha, que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele?

Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica, desobediência civil. E você agora está ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos.

Entre hamburguers e refrigerantes lá estão nossos filhos, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros nus, ou, então, com a blusa amarrada na cintura. Está quente, achamos que vão estragar a blusa, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, com os cabelos já embranquecidos. Esses são os filhos que conseguimos gerar apesar dos golpes dos ventos, das colheitas das notícias e das ditaduras das horas. E eles crescem meio amestrados, observando muitos erros.Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Não mais os colhemos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer, para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertos, naquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores. Não, não os levamos suficientes vezes ao maldito Play Center, Shopping, não lhes demos suficientes hamburguers e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, disputa pela janela, pedido de chicletes e sanduíches, cantorias infantis.

Depois chegou a idade em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma e os primeiros namorados. Os pais ficaram, então, exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, não de repente, morriam de saudades daquelas pestes.O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.



                                             
Fonte: educandocomcarinhoo.blogspot.ch