sábado, 23 de março de 2013

A existência de Deus



Topic Discussed: God (Love to God, God’s love and wisdom, Proof of God’s existence)

A Existência de Deus

 
Certa professora estava tendo problemas em sua classe com os alunos.
Um deles, Luizinho, de familia afastada da religião e de idéias profundamente negativas, começou a passar essas mesmas idéias para as outras crianças.
Afirmava esse menino, que Deus não existia e que tudo era invenção do homem.
Chegando ao conhecimento da professora, preocupada com o problema, ela pensou como poderia modificar aquela situação, resolvendo a questão. Pensou...pensou... e afinal, teve uma idéia.





Certo dia avisou aos alunos, que na manhã seguinte, iriam fazer uma experiência.


Deveriam trazer todas as peças de um relógio, um rádio, um toca-fitas, ou qualquer outro objeto que estivesse quebrado. E deveriam trazer também uma caixa que coubesse esse objeto.

Os alunos estavam cheios de curiosidade, mas a professora não quis adiantar nada, afirmando sorridente:
— Amanhã vocês ficarão sabendo.

No dia seguinte, compareceram todos os alunos, sob intensa expectativa, portando o material solicitado.



A aula transcorreu normalmente. No final do período, a professora pediu que colocassem o material para a experiência sobre a carteira.

Em seguida, mandou que cada um colocasse o objeto quebrado dentro da caixa, com todas as peças, e tampasse bem.

Eles assim o fizeram, sem entender o propósito a que a professora queria chegar.

— Muito bem! Agora, agitem a caixa com força, tentando fazer com que as peças se encaixem em seus lugares e os maquinismos voltem a funcionar.



— Mas, professora!... — gaguejou uma das crianças.

As crianças agitaram as caixas durante um minuto, cinco minutos, dez minutos, quinze minutos...

Já não aguentavam mais. Estavam exaustas!

Após esse tempo, a professora pediu que abrissem as caixas e verificassem o resultado do esforço despendido.

— Como estão os aparelhos?



Chegando ao conhecimento da professora, preocupada com o problema, ela pensou como poderia modificar aquela situação, resolvendo a questão. Pensou...pensou... e afinal, teve uma idéia.

Certo dia avisou aos alunos, que na manhã seguinte, iriam fazer uma experiência.
Deveriam trazer todas as peças de um relógio, um rádio, um toca-fitas, ou qualquer outro objeto que estivesse quebrado. E deveriam trazer também uma caixa que coubesse esse objeto.

Os alunos estavam cheios de curiosidade, mas a professora não quis adiantar nada, afirmando sorridente:
— Amanhã vocês ficarão sabendo.

No dia seguinte, compareceram todos os alunos, sob intensa expectativa, portando o material solicitado.

A aula transcorreu normalmente. No final do período, a professora pediu que colocassem o material para a experiência sobre a carteira.

Em seguida, mandou que cada um colocasse o objeto quebrado dentro da caixa, com todas as peças, e tampasse bem.

Eles assim o fizeram, sem entender o propósito a que a professora queria chegar.

— Muito bem! Agora, agitem a caixa com força, tentando fazer com que as peças se encaixem em seus lugares e os maquinismos voltem a funcionar.

— Mas, professora!... — gaguejou uma das crianças.

As crianças agitaram as caixas durante um minuto, cinco minutos, dez minutos, quinze minutos...

Já não aguentavam mais. Estavam exaustas!

Após esse tempo, a professora pediu que abrissem as caixas e verificassem o resultado do esforço despendido.
—  Como estão os aparelhos?

Desanimadas, as crianças olharam o conteúdo de suas caixas e uma delas respondeu:
— Continuam quebrados, professora.

Fingindo surpresa, ela perguntou à classe:

— NINGUÉM? — disse, frisando bem a palavra. — Ninguém conseguiu consertar a máguina?!...
Todos responderam negativamente balançano a cabeça.

Um deles afirmou, convicto:
— Claro, professora! Nem que ficássemos aqui o dia inteiro, o mês inteiro ou o ano inteiro, conseguiríamos consertá-las desta maneira!

—  Ah! — exclamou a professora. — E por quê?

— Porque para que alguma coisa funcione é preciso que "alguém" coloque as peças no lugar, ajuste os parafusos, etc. Enfim, é preciso a mão de uma pessoa que conheça aquele mecanismo e saiba fazer o serviço.

Os outros alunos foram unânimes em concordar com o colega.

Satisfeita, a professora questionou:
— Muito bem. Então todos concordam que para que alguma coisa funcione é preciso o esforço de alguém?
Fez uma pausa, passando o olhar lentamente pela sala, depois continuou:
— Ótimo! E o Universo, que é tão imenso? Quem pode me dizer quem é que faz com que nasça o Sol todas as manhãs? Ou que faz as plantinhas brotarem? Ou que faz com que aconteçam sempre as épocas certas?

Percebendo, afinal, onde a professora pretendia chegar, as crianças sorriram satisfeitas.

O garoto que afirmara que Deus não existia, baixou a cabeça, envergonhado.

A professora aproveitou o meomento para fixar a lição, perguntando a todos:
_ Então, quem faz todas estas coisas maravilhosas?




E todos responderam em uníssono:
— DEUS!

— Alguém tem alguma dúvida?

Luizinho levantou a cabeça e respondeu:
— Não professora!

Satisfeita, a professora concluiu o assunto:


— Muito bem. Deus criou tudo o que existe, inclusive nós mesmos. Por isso é NOSSO PAI. O Universo é regido por leis sábias e justas, perfeitas e imutáveis, e todos estamos sujeitos a elas. Mas, sobretudo, devemos nos lembrar que Deus nos ama a todos, porque é profundamente bom e misericordioso.

Luizinho, afinal, disse para alegria de todos:

— Vou passar a lição para meus pais, professora. Acho que eles nunca pensaram nisso que a senhora explicou!

Tia Célia


Fonte: O Consolador  Revista Semanal de Divulgação Espírita; Autora: Célia Xavier de Camargo
As outras crianças, surpresas e inquietas, não sabiam como refutar as palavras do colega e começaram a se sentir inseguras.